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22/11/16

ICMS impulsiona preço da passagem

A Infraero informou que em Porto Velho são operados 20 voos regularmente e aponta necessidade de investimento

A Infraero informou que em Porto Velho são operados 20 voos regularmente e aponta necessidade de investimento

 

Rondônia está entre 10 Estados da Federação que cobra mais alto pelo imposto sobre combustível no Brasil: 25% é o valor da alíquota de Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) que incide sobre o querosene, combustível que abastece as aeronaves. Este é um dos fatores que explica o preço da passagem aérea cobrada entre o trecho Porto Velho/Manaus ser mais alto que o trecho Porto Velho/Brasília, por exemplo. Na capital federal, a alíquota do ICMS é de 12%, segundo o resultado do estudo “Voar por mais Brasil, os benefícios da aviação nos Estados”, realizado pela Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear) e divulgado para a imprensa, essa semana, em Brasília.

 

Maurício Sanovicz, presidente da Abear, explicou que alguns fatores contribuem para a diferença de preço nas passagens aéreas, a incidência de imposto é um destes aspectos, bem como a demanda do serviço gerada por região. “O volume de voo está ligado à sua viabilidade. Quanto mais acessível for a operação, mas acessível será a passagem aérea e o voo para o próprio passageiro”, disse Maurício.

 

Em Porto Velho são operados 20 voos regularmente, de acordo com a Infraero. Além da proposta de redução na alíquota do ICMS, Marco Crespo, gerente de Operações da Infraero afirma que é necessário investimento na melhoria da estrutura dos aeroportos do interior do Estado para favorecer as operações no aeroporto de Porto Velho. “É preciso aperfeiçoar os aeroportos de Ji-Paraná e Cacoal, para melhorar o fluxo no aeroporto internacional Jorge Teixeira”, atentou.

 

Antigo problema que a população de Porto Velho esbarra na hora de viajar é quanto aos horários de voos estabelecidos para contemplar a população, boa parte oferecido de madrugada. Eduardo Sanovicz entende que a questão do horário de voo para a região Norte não está atrelada especificamente à demanda, mas também à localização geográfica. E que por isso, as companhias aéreas estabelecem uma espécie de rota para contemplar todas as regiões. “Tem Estados com demanda pequena e que estão na ponta geográfica do País, então você procura fazer o fim e o início da perna de voo naquela ponta. Além disso, é preciso ocupar razoavelmente essas aeronaves”, explicou.

 

Marco Crespo, gerente de Operações da Infraero diz que além de Rondônia estar localizada no extremo oeste do Brasil, e seguir essa rota, as aeronaves com maior capacidade de passageiros atendem primeiramente os Estados do Sul e Sudeste do país.

 

Fonte: 

 

Por Mineia Capistrano, Diário da Amazônia

 


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