Clipping

10/05/18

CLIPPING 10/05/2018

O GLOBO

Juíza determina que Anac suspenda processo de caducidade da
concessionária de Viracopos

https://oglobo.globo.com/economia/juiza-determina-que-anac-suspenda-processo-de
-caducidade-da-concessionaria-de-viracopos-22668995

Uber Air quer ser 20 vezes mais seguro do que um helicóptero

https://oglobo.globo.com/economia/uber-air-quer-ser-20-vezes-mais-seguro-do-que
-um-helicoptero-22669005#ixzz5F617T6K4
 

Em parceria com Embraer, Uber lança projeto de veículo voador

https://oglobo.globo.com/economia/em-parceria-com-embraer-uber-lanca-projeto-de
-veiculo-voador-22666151#ixzz5F61FZ4Fs
 

Lucro líquido da GOL cai 6%, para R$ 220,8 milhões

https://oglobo.globo.com/economia/lucro-liquido-da-gol-cai-6-para-2208
-milhoes-22666475#ixzz5F61p8JjT
 

 

JORNAL DO BRASIL

Latam: demanda total cresce 0,8% em abril; oferta avança 1,4%

http://www.jb.com.br/economia/noticias/2018/05/09/latam-demanda-total-cresce-08
em-abril-oferta-avanca-14/

 

FOLHA DE SÃO PAULO

Turismo libera três vezes mais carbono no ambiente do que
cientistas calculavam

Matt McGrath

Um novo estudo mostra que o turismo mundial é responsável por 8% das emissões de carbono
na atmosfera --um número três vezes maior do que as estimativas anteriores previam.

Os responsáveis por esse aumento são pessoas que viajam de países ricos e que têm outros
países ricos como destino. Os Estados Unidos estão no topo da lista, seguidos por China,
Alemanha e Índia.

O turismo é uma indústria global enorme e em expansão, que vale mais de US$ 7 trilhões
(cerca de R$ 24,8 trilhões) e emprega um em cada dez trabalhadores em todo o mundo. Ela
cresce em torno de 4% ao ano.

Estimativas anteriores sobre o impacto das viagens turísticas sugeriam que o turismo era 

responsável por 2,5 a 3% das na emissões de carbono.

No entanto, o estudo, que está classificado como o mais abrangente até hoje nesse tema,
analisa os fluxos globais de carbono entre 160 países de 2009 a 2013. E mostra que o total de
emissões está perto dos 8%.

Além de avaliar a quantidade de CO2 emitido pelos aviões nas viagens, os autores incluíram
uma análise sobre a energia necessária para alimentar o "sistema do turismo", incluindo a
alimentação, as bebidas, a infraestrutura e manutenção, assim como os serviços de varejo que
os turistas utilizam.

"É definitivamente um alerta para nós", disse à BBC Arunima Malik, da Universidade de Sidney,
que liderou a pesquisa.

"Nós analisamos informações muito detalhadas sobre os gastos dos turistas, incluindo as
comidas e os suvenires. Nós observamos o comércio entre os diferentes países e também
dados de emissões de gases do efeito estufa para chegar a um número abrangente sobre a
emissão de carbono global no turismo."

Os pesquisadores avaliaram o impacto tanto nos países de origem dos turistas quanto nos
destinos.

Entre os países que lideravam o ranking estão Estados Unidos, China, Alemanha e Índia - e a
maior parte das viagens ali eram domésticas. Turistas do Canadá, da Suíça, Holanda e
Dinamarca têm maior influência na emissão de carbono dos lugares que eles visitam do que
na de seus próprios países.

"Quando pessoas mais ricas viajam, mais elas tendem a gastar, tanto em transporte quanto
em comida ou nas atividades que irão fazer nos destinos", explica Malik.

"Se você tem visitantes de países mais ricos, eles tendem a gastar mais em passagens aéreas,
compras e hospedagem no país de destino. Mas quando são turistas vindos de países mais
pobres, eles tendem a usar transporte público e comer comida não processada. Os padrões
de gastos são diferentes dependendo da economia em que eles estão inseridos nos países
de origem", completou.

Quando mediram as emissões per capita, destinos como ilhas pequenas - Maldivas, Chipre e
Seychelles, por exemplo - lideram o ranking. Nesses países, o turismo é responsável por até
80% das emissões anuais.

"As pequenas ilhas estão em uma posição difícil nessa questão, porque todo mundo gosta de
viajar para esses locais e eles também dependem muito da renda turística, mas ao mesmo
tempo são vulneráveis aos efeitos da elevação dos mares e da mudança climática", disse
Malik.

A demanda do turismo internacional também está crescendo em países emergentes, como
Brasil, Índia, China e México, o que ressalta um problema fundamental de todos eles: a riqueza.

O estudo ressalta que quando as pessoas ganham mais que US$ 40 mil por ano, a "pegada"
de carbono que elas deixam no turismo aumenta 13% a cada 10% de aumento na renda. O
consumo do turismo tende a aumentar conforme a renda e "não parece ser saciado à medida
que essa renda cresce", diz o relatório.

O Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC) reconheceu a importância da pesquisa,
mas não concorda que os esforços da indústria para reduzir o carbono tenham sido um
fracasso.

"Seria injusto dizer que a indústria não está fazendo nada", afirmou Rochelle Turner, diretor de
pesquisa da WTTC.

"Nós temos visto um número crescente de hotéis, aeroportos e operadoras de turismo que se
tornaram neutras em emissões de carbono, então, estamos em um momento de virada",
ressaltou.

Especialistas dizem que a compensação, em que os turistas gastam dinheiro no plantio de
árvores para relativizar o impacto que deixam na emissão de carbono, terá que aumentar - e
fazem ressalvas sobre sua eficácia.

Conscientização também é algo essencial. A WTTC afirma que a crise recente no
abastecimento de água em Cidade do Cabo também ajudou as pessoas a reconhecerem que
as mudanças climáticas podem, sim, impactar recursos básicos.

"Existe uma urgência para as pessoas reconhecerem qual é o impacto delas em um destino
turístico e qual é a quantidade de água, de lixo e de energia que você deveria usar nesse lugar
comparado com as quantidades usadas pela população local", afirmou Rochelle Turner.

"Tudo isso conscientiza turistas para tomarem melhores decisões. E somente por meio delas
nós teremos condições de lidar com as mudanças climáticas", concluiu.

O estudo foi divulgado pela publicação científica Nature Climate Change .

 

Governo estuda obrigar companhias aéreas a dar passagem a jovem carente

A SNJ (Secretaria Nacional da Juventude) elaborou um projeto que pretende ampliar também
para o transporte aéreo doméstico a gratuidade e a meia-entrada a jovens de baixa renda com
até 29 anos.

O benefício é dado hoje na compra de passagens de ônibus, trem e barco interestadual, e é
limitado a duas vagas gratuitas e duas com desconto de 50% por veículo convencional.

Foram 324,9 mil bilhetes gratuitos e 63,6 mil meias passagens concedidos no âmbito do
programa em 2017.

O número de cadastrados aumentou 48% de dezembro do ano passado a março deste ano,
segundo a SNJ. O órgão estima que existam no país 16 milhões de habilitados a requerer o
benefício.

A Secretaria também prevê expandir o programa a bilhetes de ônibus executivos.

“Já temos parecer favorável do jurídico do Planalto no caso das passagens terrestres. O texto
sobre as aéreas está em análise na Presidência. Entraria em vigor com a assinatura do
presidente, sem necessidade de passar pelo Congresso”, diz o secretário, Assis Filho.

A política pública, em vigor desde 2016, é contestada pela Abrati (associação das viações),
que move uma ação no Supremo contra a medida.

A entidade argumenta ser prejudicada em relação às aéreas, que hoje não têm a obrigação
de cumprir a norma.

“O segmento está em desespero por conta do benefício. A primeira reação a isso é a redução
de investimentos, a frota fica mais velha”, diz Eduardo Tude, presidente da associação.

Procurada pela coluna, a Abear (das companhias aéreas) informou desconhecer o projeto da
SNJ e, por isso, não ter condições de comentá-lo.

 

Alta do preço do petróleo prejudica companhias aéreas

Danielle Brant

Nicola Pamplona

SÃO PAULO e RIO DE JANEIRO

A recente alta do petróleo é motivo de comemoração para petrolíferas e outras empresas que
têm seu ganho atrelado à matéria-prima, e de preocupação para companhias aéreas, que
sofrem com a perspectiva de que a alta encareça o combustível que usam, elevando seus
custos.

A decisão dos Estados Unidos de deixarem o acordo nuclear com o Irã fez o petróleo subir
3% nesta quarta-feira (9), para US$ 77. No ano, o barril do Brent, negociado em Londres e
referência internacional, acumula valorização de 15,5%. O WTI, dos Estados Unidos, sobe
17,9%.

A alta da cotação da commodity se refletiu na forte valorização das ações da Petrobras e de
outras petroleiras nesta sessão. Os papéis mais negociados da estatal dispararam 8,16%,
para R$ 24,78. As ações com direito a voto tiveram desempenho ainda mais expressivo: alta
de 10,02%, para R$ 27,22.

"É natural que as petrolíferas se beneficiem, porque são empresas cujas receitas estão
atreladas ao preço do petróleo. Agora quem tem o petróleo e derivados como insumos tende
a se prejudicar", avalia Ronaldo Patah, estrategista de investimentos do UBS Wealth
Management.

Nesse bolo estão as companhias aéreas, cujos papéis se desvalorizaram nesta sessão: a
Azul perdeu 6,32%, e a Gol despencou 9,85%, também afetada pela queda de 9,3% no lucro
líquido no primeiro trimestre, para R$ 147,5 milhões.

"Elas têm uma correlação com o custo com o óleo. São dois agravantes: o dólar para cima e
petróleo para cima. O combustível fica mais caro e é pago em dólar", afirma Raphael
Figueredo, sócio-analista da Eleven Financial.

As companhias aéreas brasileiras também têm contratos de leasing de aeronaves, que sofrem
forte influência da moeda americana.

Nesta quarta, a alta das ações da Petrobras levou a estatal a voltar a disputar com a Ambev o
título de empresa mais valiosa da América Latina, o que não ocorria desde 2014, conforme
levantamento feito por Einar Rivero, da empresa de informações financeiras Economática.

O valor de mercado da petroleira chegou a R$ 341,4 bilhões, apenas R$ 3 bilhões a menos do
que o da cervejaria. Apesar da alta, a estatal ainda está longe do patamar atingido em 2008,
quando chegou a valer mais de R$ 500 bilhões, em valores da época.

No início do governo Dilma Rousseff, em 2010, a empresa valia R$ 380,2 bilhões. A partir daí,
diante da insatisfação dos investidores com a gestão financeira da companhia, iniciou uma
trajetória de queda que culminou com a perda da liderança para a Ambev em 2012.

Em 2014, durante o período eleitoral, a Petrobras chegou a assumir a ponta novamente, mas
despencou após a reeleição de Dilma e chegou a ficar atrás do Itaú Unibanco por cerca de
dois anos. em 2018, as ações da estatal acumulam alta de 58%.

 

O ESTADO DE SÃO PAULO

Relicitação será regulamentada nos próximos dias

http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,relicitacao-sera-regulamentada
-nos-proximos-dias,70002302533

Justiça suspende processo de caducidade da concessão de Viracopos

http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios,justica-suspende-processo-de-caducidade
-da-concessao-de-viracopos,70002302130

Gol registra lucro de R$ 220,8 mi, 6% abaixo do ano passado

http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios,gol-registra-lucro-de-r-220-8-mi
-6-abaixo-do-ano-passado,70002301200

 

CORREIO BRAZILIENSE

Boeing diz que negociações para compra da Embraer estão avançando

https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2018/05/09/internas_economia
,679615/boeing-diz-que-compra-da-embraer-esta-avancando.shtml

 

O ESTADO DE MINAS

Latam: demanda total cresce 0,8% em abril; oferta avança 1,4%

https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2018/05/09/internas_economia,957580/
latam-demanda-total-cresce-0-8-em-abril-oferta-avanca-1-4.shtml

 

G1

Maior aeroporto de MT está entre os 14 do país com mais reclamações de
preços altos na venda de alimentos

https://g1.globo.com/mt/mato-grosso/noticia/maior-aeroporto-de-mt-esta-entre-os-14-do-pais-com
-mais-reclamacoes-de-precos-altos-na-venda-de-alimentos.ghtml

TCU vai investigar se cobrança por bagagem resultou em queda no preço
das passagens aéreas

https://g1.globo.com/economia/noticia/tcu-vai-investigar-se-cobranca-por-bagagem-levou-a-queda
-no-preco-das-passagens-aereas.ghtml

Justiça do AM condena companhia aérea a indenizar 8 passageiros por
cancelamento de voo internacional

https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/justica-do-am-condena-companhia-aerea-a-indenizar
-8-passageiros-por-cancelamento-de-voo-internacional.ghtml

 

DCI

Justiça suspende cobrança de dívidas de Viracopos

https://www.dci.com.br/economia/justica-suspende-cobranca-de-dividas
-de-viracopos-1.705601

Lucro líquido da Azul soma R$210,5 mi no 1º trimestre, salto de 260%

https://www.dci.com.br/servicos/lucro-liquido-da-azul-soma-r-210-5-mi-no-1-trimestre-salto
-de-260-1.705612

Demanda total na Latam cresce 0,8% em abril e oferta avança 1,4%

https://www.dci.com.br/servicos/demanda-total-na-latam-cresce-0-8-em-abril-e-oferta-avanca
-1-4-1.705510

Lucro da Gol cai no 1º trimestre; receio com custos pesa e ações caem 8% 

https://www.dci.com.br/servicos/lucro-da-gol-cai-no-1-trimestre-receio-com-custos-pesa-e-ac-es
-caem-8-1.705380

Multiplus conclui acordo com Latam para internacionalização

https://www.dci.com.br/servicos/multiplus-conclui-acordo-com-latam-para
-internacionalizac-o-1.705260

 

PANROTAS

Multiplus conclui internacionalização com a Latam

https://www.panrotas.com.br/aviacao/parcerias/2018/05/multiplus
-conclui-internacionalizacao-com-a-latam_155351.html

Qatar Airways fecha acordo de patrocínio com o Boca Juniors

https://www.panrotas.com.br/aviacao/parcerias/2018/05/qatar-airways-fecha-acordo
-de-patrocinio-com-o-boca-juniors_155343.html

Infraero abre licitação para pontos comerciais

https://www.panrotas.com.br/aviacao/aeroportos/2018/05/infraero
-abre-licitacao-para-pontos-comerciais_155346.html

Parceria entre Delta e Aeroméxico alcança 7 milhões de passageiros

https://www.panrotas.com.br/aviacao/parcerias/2018/05/parceria-entre-delta-e-aeromexico
-alcanca-7-milhoes-de-passageiros_155339.html

Alitalia aumentará vantagens do stopover em Roma; confira

https://www.panrotas.com.br/aviacao/parcerias/2018/05/alitalia-aumentara
-vantagens-do-stopover-em-roma-confira_155342.html

Grupo Latam teve receita operacional de US$ 228,5 mi no 1T18

https://www.panrotas.com.br/aviacao/pesquisas-e-estatisticas/2018/05/grupo-latam
-teve-receita-operacional-de-us-2285-mi-no-1t18_155337.html

Lucro da Gol cresce 97% e alcança R$ 504 milhões no 1T18

https://www.panrotas.com.br/aviacao/investimentos/2018/05/lucro-operacional
-da-gol-cresce-97-e-alcanca-r-504-milhoes-no-1t18_155334.html

 

MERCADO E EVENTOS

Gol oferece 5% de desconto em passagens compradas pelo PayPal

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/gol-oferece-5-de-desconto-em
-passagens-compradas-pelo-paypal/

Gol: lucro operacional cresce 97% e alcança R$ 504 milhões no
primeiro trimestre

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/gol-lucro-operacional-cresce
-97-e-alcanca-r-504-milhoes-no-primeiro-trimestre/

Grupo Lufthansa investe na modernização da frota

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/grupo-lufthansa
-investe-na-modernizacao-da-frota/

Emirates anuncia melhorias no programa de milhagem

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/emirates-anuncia
-melhorias-no-programa-de-milhagem/

 

VALOR

Cenário incluía dólar alto, mas não patamar atual do petróleo, diz Gol 

Por João José Oliveira | Valor 

SÃO PAULO  -  (Atualizada às 14h27) O vice-presidente financeiro e de relações com
investidores da Gol, Richard Lark, disse que a companhia já trabalhava com um cenário de
dólar alto para este ano, mas não esperava que o petróleo tivesse uma valorização tão rápida
e atingisse os atuais patamares de preços. “A gente já trabalhava com um ambiente de câmbio
e petróleo mais valorizados este ano [em relação a 2017]. Isso já estava em nosso ‘guidance’
[estimativas de resultados]. Mas nós fizemos um ajuste porque não imaginávamos um petróleo
nesses preços neste momento”, disse o executivo em teleconferência com analistas nesta
quarta-feira.

A Gol revisou projeções operacionais e financeiras para este ano, cortando as metas de
crescimento de capacidade. A oferta, medida em assentos-quilômetros disponíveis (ASK, na
sigla em Inglês) foi cortada para uma variação de 1% a 2%, ante meta anterior de 1% a 3%.
No doméstico, esse indicador vai variar de 0% a 2% — ante previsão anterior de 0% a 3% —,
enquanto no internacional, essa faixa ficará de 6% a 8% (de 7% a 10%).

Segundo Lark, o câmbio pode voltar a ser pressionado de forma mais forte no segundo
semestre por causa das eleições no Brasil, que devem ampliar o grau de incerteza entre os
consumidores e entre as empresas. 

O presidente da Gol, Paulo Kakinoff, disse que a volatilidade nos mercados de câmbio e de
petróleo impede projetar neste momento eventual necessidade de reajustes de preços nas
tarifas ao longo do ano como resposta ao incremento dos custos. “A volatilidade está alta
neste momento, após um rally [aumento rápido de preços]. Então o mais prudente é esperar”,
afirmou o executivo.

Kakinoff destacou que a Gol tem uma maior fatia de assentos vendida para clientes
corporativos — liderando esse segmento no país com 33% de market share. “Isso nos ajuda a
mitigar o risco de ter que elevar preços”, disse, apontando que o passageiro que voa a
negócios costuma pagar tarifas já mais caras que a média dos demais clientes. 

A Gol divulgou lucro líquido de R$ 147,5 milhões no primeiro trimestre de 2018 , uma queda de
9,3% em relação aos R$ 162,6 milhões apurados no mesmo período de 2017.  

O dólar mais caro ante o real afetou o balanço da empresa no primeiro trimestre. A companhia
aérea melhorou as vendas, mas o resultado financeiro piorou, com saldo negativo mais que
dobrando, de R$ 99,6 milhões para R$ 218 milhões, impactado principalmente pela variação
cambial — em vez de um ganho, de R$ 143,7 milhões no primeiro trimestre de 2017, a
empresa teve perda cambial de R$ 19,5 milhões entre janeiro em março deste ano.

Com relação ao petróleo, o custo com combustível de aviação por ASK (assentos-quilômetros
disponíveis) aumentou 16,3% no primeiro trimestre deste ano ante igual período de 2017. 

O diretor financeiro destacou que a Gol usa operações de hedge para proteger o balanço das
flutuações do câmbio e do petróleo, além dos juros. A empresa apurou no primeiro trimestre
ganho de R$ 16,1 milhões nas operações de hedge, dos quais R$ 18,8 milhões contabilizados
nos resultados financeiros e R$ 2,7 milhões negativos no resultado operacional.

 

Lucro da Azul dispara no trimestre, mesmo com aumento do combustível 

Por João José Oliveira | Valor 

SÃO PAULO  -  A Azul, terceira maior companhia aérea do país, registrou no primeiro trimestre
deste ano lucro líquido de R$ 210,5 milhões, valor quase quatro vezes maior que os
R$ 58,4 milhões apurados um ano antes. 

O desempenho foi determinado em parte pela melhora do resultado operacional, com
incremento de receitas superior ao ritmo do avanço das despesas e, em parte, por ganhos
financeiros e contábeis. 

A receita líquida da Azul nesse período de comparação cresceu 17,8%, para R$ 2,213 bilhões.
No transporte de passageiros, a empresa faturou 18% mais, somando vendas de
R$ 2,111 bilhões. 

Esse desempenho foi determinado pelo avanço do indicador passageiros-quilômetros
transportados (RPK, na sigla em inglês), que aumentou 13,4%, frente a um aumento de
12,2% na capacidade, levando a uma taxa de ocupação de 82,2%, um ponto percentual maior
que o primeiro trimestre de 2017. 

A Azul apurou ainda expansão no yield — quanto recebe em média por assento vendido a
cada quilômetros voado — de 4,1% na comparação anual, resultando em um aumento de
5,1% na receita média por passageiro embarcado (Prask). A tarifa média praticada pela
empresa entre janeiro e março deste ano foi 18% maior que um ano antes, chegando a
R$ 376. 

As outras receitas subiram em 14,8%, ou R$ 13,1 milhões, principalmente devido ao aumento
de 61% nas receitas de cargas, que foi compensado em parte pela redução da receita com
subarrendamento de aeronaves - de R$ 29,5 milhões no primeiro trimestre de 2017 para
R$ 25 milhões em 2018. 

No lado dos custos, a Azul apurou aumento de 16,1% no total de custos e despesas
operacionais, somando R$ 1,937 bilhão. 

O aumento de 23,9% no item combustível de aviação, que representou R$ 577,2 milhões, foi
o item que mais pesou nas despesas da Azul no primeiro trimestre. 

Como a receita cresceu mais que a despesa, o lucro antes de juros e impostos (Ebit) da
companhia melhorou em 31,9%, atingindo R$ 275,9 milhões, o que elevou a margem Ebit
de 11,1% para 12,5%. 

Além da melhora do desempenho operacional, a Azul contou com significativos ganhos
financeiros e contábeis para amparar o forte crescimento na última linha do balanço. 

No primeiro trimestre de 2018, a empresa registrou um ganho de R$ 57,9 milhões,
principalmente aos R$ 53,8 milhões relacionados ao aumento do valor justo dos títulos que a
empresa tem na TAP, a companhia aérea lusa na qual a companhia brasileira tem uma
participação acionária por meio de bônus conversíveis em 41,25% do valor econômico da
empresa aérea de Portugal.

A Azul se beneficiou ainda de receitas financeiras que aumentaram 54,3%, totalizando
R$ 12,4 milhões, principalmente em decorrência do aumento no caixa, equivalentes de caixa,
aplicações financeiras circulantes e não circulantes, que passou de R$ 1,517 bilhão, em
31 de março de 2017, para R$ 2,277 bilhões, em 31 de março de 2018. 

A companhia aérea ainda tirou proveito de despesas financeiras menores, que recuaram em
35,8%, para R$ 89,4 milhões, em decorrência da redução, de 8,8%, no saldo da dívida bruta,
totalizando R$ 3,387 bilhões, em 31 de março de 2018, comparado com R$ 3,716 bilhões, em
31 de março de 2017, o que levou a despesas financeiras mais baixas. 

A Azul cita ainda a redução do CDI médio no período, passando de 12,1% para 6,6% e o gasto
relacionado a adiantamentos de recebíveis de cartão de crédito, de R$ 20,2 milhões para
R$ 2,4 milhões como fatores para melhora das linhas financeiras da empresa no primeiro
trimestre deste ano ante igual período de 2017. 

A aérea ainda teve o lucro líquido alimentado por instrumentos financeiros derivativos, que
resultaram em um ganho de R$ 13,5 milhões no primeiro trimestre de 2018 em comparação
à perda, de R$ 52,2 milhões, no mesmo período do ano passado, devido principalmente ao
ganho das operações de hedge de combustível, câmbio e juros, disse a empresa. 

O resultado financeiro líquido da Azul caiu 59,3% no trimestre findo em março deste ano,
recuando para R$ 63,7 milhões. 

 

Concorrência faz Latam manter no radar criação de aérea de baixo custo 

Por João José Oliveira | Valor 

SÃO PAULO  -  (Atualizada às 11h18) A Latam Airlines mantém no radar a possibilidade de
criar uma nova companhia aérea de descontos porque é preciso ter alternativas para enfrentar
a concorrência que está crescendo na América Latina, disse a vice-presidente sênior de
clientes da empresa, Claudia Sender. “Ter uma companhia de descontos é uma opção que
precisamos ter para enfrentar uma concorrência que é crescente na região. É uma alternativa
que não podemos descartar, mas que ainda não é uma realidade”, afirmo, em teleconferência
de resultados com analistas na manhã desta quarta-feira.

A executiva destacou que há novas companhias aéreas de baixo custo voando em mercados
domésticos como Chile, Peru e Colômbia. 

A vice-presidente da Latam afirmou também que a companhia tem segmentado a venda com
opções de menores preços para bilhetes que não incluem serviços como despacho de
bagagem ou marcação de assentos. 

A Latam Airlines, resultado da fusão entre a chilena LAN e a brasileira TAM, reportou lucro
líquido de US$ 93,9 milhões no primeiro trimestre deste ano, ganho 43,2% maior que o
apurado em igual período de 2017. A companhia obteve aumento de 7% na receita unitária de
passageiros consolidada (Rask), junto com uma maior capacidade, que subiu 2,3% em relação
ao ano anterior. No Brasil, esse indicador subiu 6,7%, em dólar, e 8,7% em reais.

Em teleconferência com analistas do mercado sobre o resultado do trimestre, o vice-presidente
sênior comercial da Latam Airlines, Roberto Alvo, disse que a receita unitária por passageiro
(Rask, na sigla em Inglês) deve desacelerar neste segundo trimestre em relação ao avanço
que o indicador obteve no primeiro período do ano, mas por razões sazonais. “O segundo
trimestre é historicamente o mais fraco do ano na América do Sul. Então devemos ter uma
desaceleração.”

 

Gol e Latam já sentem o impacto do petróleo e do dólar mais caros 

Por João José Oliveira | De São Paulo 

A Gol e a Latam, as duas maiores companhias aéreas que atuam no país, transportaram mais
passageiros e aumentaram o faturamento no primeiro trimestre. Mas, tiveram lucros líquidos
afetados pela valorização do dólar e pelo encarecimento do petróleo. 

"Fechamos o trimestre positivo, mas olhamos para frente com preocupação, tanto por causa
do petróleo como por causa do dólar, além da questão política no Brasil", disse ao Valor o
presidente da Latam Airlines Brasil, Jerome Cadier, que responde pela operação brasileira do
maior grupo aéreo da América Latina, criado após a fusão entre a chilena LAN e a TAM.

Ele disse que a alta do petróleo e do dólar podem pressionar custos e levar a empresa a
reajustar preços ao longo do ano. O dólar chegou ontem a R$ 3,59, o maior nível desde 2016,
enquanto o barril do petróleo bateu os US$ 77 em Londres e US$ 71 em Nova York -
retomando os picos de 2014. 

Essas duas variáveis inflam os custos das aéreas. A moeda americana tem reflexo nos custos
de manutenção, leasing de aeronaves e equipamentos - tudo cotado em dólar. O petróleo
também é negociado em dólar. Esses dois itens são mais de 80% das despesas operacionais
de uma empresa aérea. 

"Em algum momento a questão vai ser saber se poderemos repassar isso para preço, o que
vai depender da demanda", disse Cadier. "A gente manteve o 'guidance' [estimativas de
resultados] para o ano, mas para isso podemos ter mais em repasse de preço do que a gente
imaginava", disse. A Latam prevê uma margem de lucro operacional na faixa de 7,5% a 9,5% e


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