Clipping

03/08/18

CLIPPING 03/08/2018

JORNAL O GLOBO

Aeroportos podem ter que divulgar direitos do passageiro em caso de
atraso ou cancelamento de voos

https://oglobo.globo.com/economia/defesa-do-consumidor/aeroportos-podem-ter-que
-divulgar-direitos-do-passageiro-em-caso-de-atraso-ou-cancelamento-de-voos
-22941902#ixzz5N6qb67RB
 

Gol tem prejuízo de R$1,3 bilhão no segundo trimestre

https://oglobo.globo.com/economia/gol-tem-prejuizo-de-r13-bilhao
-no-segundo-trimestre-22941768#ixzz5N6rQ1qqr
 

 

FOLHA DE SÃO PAULO

Companhias aéreas estrangeiras de baixo custo começam a entrar no Brasil

Joana Cunha

SÃO PAULO

As companhias aéreas brasileiras batalharam nos últimos anos por mudanças regulatórias que
as ajudassem a reduzir seus custos, defendendo que, com isso, poderiam proporcionar preços
mais baratos aos passageiros. 

Conseguiram medidas como a mudança na política de cobrança de bagagens, mas quem
chega primeiro para oferecer o chamado serviço "low-cost" (de baixo custo) são as empresas
estrangeiras.

A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) foi informada nesta quinta-feira (2) de que a
companhia argentina de baixo custo Flybondi foi autorizada pelo governo de seu país a operar
no Brasil. A solicitação à agência brasileira deve ser protocolada nos próximos dias para a rota
de São Paulo a Buenos Aires. 

O primeiro pedido de uma companhia aérea denominada "low-cost" na Anac aconteceu há
cerca de uma semana. Foi o da norueguesa Norwegian Air —umas das maiores do mundo
no segmento de passagens de preços baixos—, interessada em operar voos regulares entre o
Brasil e a Europa.

Outra que está em processo de autorização para operar aqui é a argentina Avian, do grupo
Avianca. A Anac informa que a empresa tem cadastro para voos não regulares e pretende
fazer a rota de Buenos Aires a São Paulo a partir de setembro. 

Quem já voou com grandes companhias 'low-cost' na Europa, como a gigante Ryanair,
conhece a ditadura da bagagem que impede o viajante de embarcar no avião com duas
bolsas. Se quiser levar mala, precisa pagar por isso. Se quiser marcar o lugar na aeronave,
paga também. Para reduzir os custos, essas empresas não oferecem alimentação nos voos,
nem totens com impressoras nos aeroportos para o viajante retirar seu bilhete de viagem. Elas
evitam até colocar revistas nos bolsões dos assentos para o entretenimento dos passageiros,
com o objetivo de diminuir o peso da aeronave, economizando o consumo de combustível.  

A largada para a tendência do "low-cost" no Brasil aconteceu a partir da resolução 400, que
foi aprovada em dezembro de 2016, tentando alinhar as regras da aviação brasileiras a
padrões internacionais. O principal ponto de atração das estrangeiras que agora chegam ao
país foi, na opinião da Anac, a desregulamentação da bagagem, que permite às companhias 

cobrar pelo despacho das malas.

A prática só entrou em vigor em meados de 2017 após discussão na Justiça devido à
resistência por parte de órgãos de defesa do consumidor.  

No primeiro semestre deste ano, quando a Anac começou a receber representantes da
Norwegian, José Ricardo Botelho, presidente da agência reguladora, afirmou em audiência
pública no Senado que "não fosse a desregulamentação da franquia, que desagrega os
serviços prestados, essas empresas não se interessariam em vir”. 

A cobrança pelo despacho das malas era proibida no Brasil, mas sempre foi considerada
fundamental para o equilíbrio de custos e a engenharia de preços praticados pelas
companhias "low-cost" estrangeiras. Os outros serviços que essas empresas de baixo custo
também costumam dissociar do valor bruto do bilhete para oferecer tarifas mais baratas já
não eram proibidos no Brasil antes da resolução 400, como a cobrança para a marcação do
assento, alimentação a bordo, reembolso livre para tarifas promocionais, entre outros.

A Anac avalia que as mudanças regulatórias de que o país precisava para se igualar aos
padrões internacionais já foram tomadas com a aprovação da resolução 400. No entanto,
ainda restam gargalos que dependem de legislação, como a redução ICMS do querosene de
aviação, um pleito antigo das companhias brasileiras que não pesa sobre as estrangeiras que
agora ingressam no país porque o tributo incide apenas sobre o abastecimento dos voos
domésticos,  ou seja, as empresas estão isentas de pagá-lo nas viagens internacionais.   

Dany Oliveira, responsável no país pela Iata (Associação Internacional de Transportes Aéreos)
afirma que, no Brasil, as companhias aéreas ainda são submetidas a regras muitos mais
onerosas do que no exterior, como a obrigatoriedade de ressarcir os passageiros por voos
cancelados devido a causas naturais.

"Ainda existe uma grande assimetria no tocante a atrasos e cancelamento de voos por motivos
de força maior. As penalidades impostas às empresas aéreas por fatos totalmente fora de
seus controles tornam a viagem mais cara. Nenhum outro grande mercado de aviação opera
dessa maneira", diz Oliveira. 

Ainda é cedo para afirmar com certeza se, após desembarcar no Brasil, o modelo "low-cost"
vai conseguir preservar a essência das tradicionais companhias de baixo custo mais
conhecidas na Europa e nos Estados Unidos, alerta Guilherme Amaral, sócio do escritório
ASBZ e especialista em direito aeronáutico.  

"As mudanças recentes na regulamentação abriram espaço para lançarem modelos de
negócios diferentes, o que é ótimo. Mas a Gol, que nasceu e por muito tempo insistiu em se
posicionar como 'low-cost', é muito diferente do que são as verdadeiras 'low-cost' no exterior",
diz Amaral. 

A Gol afirma que tem tarifas de baixo custo e o preço médio de suas passagens é inferior ao
praticado pelo mercado.  

A abertura ao capital estrangeiro é outra medida que, segundo a Anac, poderia atrair mais
competição internacional, mas está fora do escopo de atuação da agência. Atualmente, no
Brasil, o capital estrangeiro pode ter, no máximo, 20% de posse das companhias. Uma
proposta de alteração tramita no Congresso para elevar esse percentual.

Botelho também tem defendido a ideia de que a experiência da Argentina com abertura ao
capital estrangeiro e franquia de bagagem atraiu investimentos de US$ 5 bilhões de seis
empresas aéreas estrangeiras que escolheram se estabelecer no país vizinho, devido ao
ambiente regulatório mais favorável à competição. Segundo a Anac, "companhias estrangeiras
esperam por alteração legal que lhes permita deter o controle das operações para se
instalarem no Brasil, com direito a operar rotas domésticas".

 

Acidentado no México, E190 é o segundo maior jato da Embraer

Guilherme Magalhães

Um acidente no México envolvendo um avião da Embraer nesta semana colocou o E190 em
destaque no noticiário —especialmente pelo fato de as 103 pessoas a bordo terem sobrevivido.

O E190 é o segundo maior jato comercial fabricado pela Embraer, e voou pela primeira vez
em 2004. No ano seguinte, estreou pela low-cost americana JetBlue, uma das principais
operadoras do modelo, mas que recentemente anunciou a opção pelo rival Airbus A220 para
renovar sua frota de Embraers.

O modelo que se acidentou no México era operado pela Aeroméxico Connect, braço regional
da principal aérea mexicana, e havia sido entregue em 2008.

Com capacidade entre 96 e 114 passageiros, o E190 é figura frequente na frota de divisões 

regionais de grandes companhias, como Air Canada, American Airlines, KLM e Lufthansa.

No Brasil, ele é utilizado pela Azul, que tem em sua frota nove E190 ativos —seu irmão maior,
o E195, é o preferido da companhia aérea brasileira.

Sua autonomia de 4.537 km permite, por exemplo, que a partir de Brasília toda a América do
Sul esteja em seu raio de alcance. Se o ponto de referência for Paris, o E190 alcança toda a
Europa, o norte da África e a porção oeste da Rússia.

Em abril deste ano, a Embraer entregou para a companhia norueguesa Widerøe a primeira
unidade da segunda geração do E190, conhecida pelo E2 adicionado ao nome.

As melhorias incluem uma nova asa com aerodinâmica avançada, novos motores e trem de
pouso. O consumo é 17,3% menor em relação à primeira geração.

 

O ESTADO DE SÃO PAULO

Gol tem prejuízo de R$ 1,272 bilhão no segundo trimestre

https://economia.estadao.com.br/noticias/negocios,gol-tem-prejuizo-de
-r-1-272-bilhoes-no-segundo-trimestre,70002426819

 

DCI

Gol tem perdas de R$ 1,3 bi pressionado por câmbio

https://www.dci.com.br/servicos/gol-tem-perdas-de-r-1-3-bi-pressionado-por-cambio-1.728913

Gol viu reservas de voos em níveis mais normais em julho, após impacto
da greve dos caminhoneiros

https://www.dci.com.br/servicos/gol-viu-reservas-de-voos-em-niveis-mais-normais-em-julho
-apos-impacto-da-greve-dos-caminhoneiros-1.728756

 

PANROTAS

Malha aérea internacional para o Brasil cresce 11%

https://www.panrotas.com.br/aviacao/pesquisas-e-estatisticas/2018/08/
malha-aerea-internacional-para-o-brasil-cresce-11_157637.html

Argentina corta preço mínimo do aéreo; tarifas a US$ 7

https://www.panrotas.com.br/aviacao/distribuicao/2018/08/argentina
-corta-preco-minimo-do-aereo-tarifas-vendidas-a-us-7_157634.html

Avianca Brasil é transportadora oficial do Brasil Summerfest (NY)

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2018/08/avianca-brasil-e
-transportadora-oficial-do-brasil-summerfest-ny_157629.html

Turkish lança vídeo de segurança a bordo com personagens Lego

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2018/08/turkish-lanca-video-de
-seguranca-a-bordo-com-personagens-lego_157627.html

Gol registra lucro operacional de R$ 42,8 milhões no 2º trimestre

https://www.panrotas.com.br/aviacao/distribuicao/2018/08/gol-registra-lucro
-operacional-de-r-428-milhoes-no-2o-trimestre_157617.html

El Al inicia codeshare com ligação entre Brasil e Israel

https://www.panrotas.com.br/aviacao/parcerias/2018/08/el-al-inicia
-codeshare-com-ligacao-entre-brasil-e-israel_157616.html

 

MERCADO E EVENTOS

Avianca Brasil é a transportadora oficial do Brasil Summerfest

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/avianca-brasil-e-a
-transportadora-oficial-do-brasil-summerfest
/

Air France-KLM e Air Europa negociam Joint Venture entre Europa e América

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/air-france-klm-e-air-europa-negociam
-joint-venture-entre-europa-e-america

Gol lança rota ligando Guarulhos a Caxias do Sul

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/gol-lanca
-rota-ligando-guarulhos-a-caxias-do-sul/

Gol registra lucro operacional de R$ 42,8 milhões no 2T18

http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/gol-registra-lucro
-operacional-de-r-428-milhoes-no-2t18/

 

JORNAL DE TURISMO

Avianca Brasil é a transportadora oficial do Brasil Summerfest

https://www.jornaldeturismo.tur.br/agencias-de-viagens/81225-avianca-brasil
-e-a-transportadora-oficial-do-brasil-summerfest

 

VALOR

Bateria de laptop superaquecida pode derrubar avião, diz estudo 

Por Bloomberg 

WASHINGTON  -  Se um único aparelho eletrônico pessoal esquentar demais e pegar fogo
dentro de uma bagagem despachada em um avião, é possível que o sistema de extinção de
incêndio da aeronave seja insuficiente para evitar um incêndio descontrolado, segundo uma
nova pesquisa do governo dos Estados Unidos. 

Os órgãos reguladores pensavam que incêndios pontuais de baterias de lítio seriam debelados
pelo gás retardador de chama exigido para os compartimentos de carga dos aviões de
passageiros. Mas testes realizados pela Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA, na
sigla em inglês) apontaram que os sistemas de controle não são capazes de extinguir um
incêndio em uma bateria combinado a outros materiais altamente inflamáveis, como o gás de
uma lata de aerossol ou cosméticos normalmente transportados pelos passageiros.

"Pode causar um problema que comprometeria a aeronave", disse Duane Pfund, coordenador
do programa internacional da Administração de Segurança de Materiais Perigosos e Oleodutos 
dos EUA (PHMSA, na sigla em inglês), em discurso, na quarta-feira (1º de agosto), em um
fórum sobre segurança da aviação em Washington. A PHMSA regula materiais perigosos em
aviões juntamente com a FAA.

A pesquisa ressalta os riscos crescentes das baterias de lítio, cada vez mais usadas para
alimentar de tudo, de telefones celulares a videogames. Os carregamentos a granel de
baterias de lítio recarregáveis são proibidos em aviões de passageiros. 

As descobertas feitas no ano passado pela FAA levaram o governo a defender que a
Organização da Aviação Civil Internacional das Nações Unidas pedisse a proibição de
aparelhos eletrônicos maiores que um telefone celular em malas despachadas. O esforço foi
insuficiente, disse Pfund. 

"De uma forma ou de outra, precisamos lidar com esses perigos", disse Scott Schwartz, diretor
do programa de produtos perigosos da Associação de Pilotos de Empresas Aéreas (Alpa, na
sigla em inglês). A Alpa, que é a maior associação de pilotos da América do Norte, está
realizando sua conferência anual de segurança. 

Passageiros preferem ignorar  

A Alpa não assumiu nenhuma posição formal a respeito da proibição às baterias de lítio nas
malas despachadas e existe o temor de que muitos passageiros simplesmente a ignorem. A
associação busca que no mínimo haja mais campanhas de conscientização para diminuir a
possibilidade de os viajantes colocarem baterias sobressalentes e aparelhos eletrônico

Apesar de os incêndios em itens das bagagens de mão também criarem riscos durante os
voos, a experiência mostrou que eles podem ser extintos com água. Mas durante o voo a
tripulação não consegue chegar às malas que estão no compartimento de carga, por isso
deve confiar nos sistemas de extinção de incêndio do avião. 

Os testes da FAA apontaram que o gás anti-incêndio halon instalado nos compartimentos de
carga dos aviões não extinguiria o fogo de uma bateria de lítio, mas evitaria que a chama se
espalhasse para materiais adjacentes, como papelão ou roupas. 

No entanto, latas de aerossol explodiram nos testes mesmo depois de serem banhadas pelo
gás halon, concluiu a FAA. 

"Existe o potencial de o evento resultante superar a capacidade de enfrentamento do avião",
informou a FAA, em comunicado às empresas aéreas, no ano passado. 

 

Gol aprofunda prejuízo para mais de R$ 1,3 bilhão no trimestre 

Por João José Oliveira | Valor 

SÃO PAULO  -  (Atualizada às 10h07) A companhia aérea Gol reportou prejuízo líquido de
R$ 1,33 bilhão no segundo trimestre deste ano, ante a perda de R$ 409,5 milhões registrada
entre abril e junho de 2017. O balanço foi afetado principalmente pela variação do dólar -- que
impacta mais da metade das despesas operacionais e acima de 80% do endividamento da
companhia aérea.

A Gol contabilizou R$ 1,043 bilhão de perdas com variações cambiais e monetárias, entre
abril e junho, ante uma perda de R$ 225,7 milhões em igual período de 2017. Isso determinou
uma piora de 196,6% no resultado financeiro, que foi negativo em R$ 1,261 bilhão. 

Já os indicadores operacionais da Gol no segundo trimestre de 2018 foram melhores que os
apurados em igual período de 2017. A receita líquida operacional aumentou 9% e atingiu
R$ 2,354 bilhões, alimentada principalmente pelas vendas a passageiros, que tiveram
incremento de 10,3%, para R$ 2,146 bilhões. 

Os custos operacionais cresceram 8,1%, para R$ 2,311 bilhão, apesar do encarecimento do
petróleo, que levou a Gol a gastar entre abril e junho um valor 26% maior com o combustível 

de aviação, apurando uma despesa com esse insumo de R$ 792,7 milhões. 

A Gol transportou 4,1% mais passageiros no segundo trimestre ante igual período de 2017,
embarcando 7,6 milhões de pessoas. O bilhete médio também variou positivamente, em 6%,
atingindo R$ 284. Isso garantiu uma receita média por passageiro embarcado a cada assento
disponível (Prask, na sigla em Inglês) 6% maior no segundo trimestre deste ano que em igual
período de 2017

A melhora da receita em ritmo superior ao da despesa permitiu à Gol avançar em indicadores
de lucro operacional. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na
sigla em inglês) cresceu 47,3%, para R$ 207,9 milhões, elevando a margem Ebitda em
2,3 pontos percentuais, a 8,8%. O lucro antes de juros e impostos (Ebit) subiu 92,7%, para
R$ 42,8 milhões, e a margem foi de 1% para 1,8%.

O desempenho operacional permitiu à Gol ainda ter uma geração de fluxo de caixa
operacional 16,8% no segundo trimestre ante igual período de 2017, somando
R$ 588,7 milhões. 

Revisão 

Com o resultado do trimestre, a maior companhia aérea do país, revisou as projeções para
alguns dos indicadores operacionais e financeiros para este  e para o próximo ano. Em vez
de um lucro por ação de R$ 0,90 a R$ 1,10, em 2018, a companhia agora projeta perda de
R$ 1,00 até R$ 1,20 por ação. Para 2019, estimativa de lucro por ação diluído passou de
R$ 1,70 a R$ 2,30, para uma faixa de R$ 1,50 a R$ 1,90.

Já para as receitas totais, a Gol elevou a projeção para 2018, de um total de aproximadamente
R$ 11 bilhões para cerca de R$ 11,5 bilhões. Para 2019, estimou valor até R$ 12,5 bilhões,
ante uma expectativa anterior de R$ 12 bilhões. 

A Gol espera agora uma maior despesa financeira em 2018, que pode atingir R$ 800 milhões,
ante uma estimativa anterior que era de R$ 650 milhões. 

A previsão de investimentos (Capex) este ano foram elevados, de R$ 700 milhões para
R$ 750 milhões, enquanto o arrendamento de aeronaves em 2018 vai custar cerca de
R$ 1,1 bilhão, em relação à projeção anterior de R$ 960 milhões. 

A empresa manteve as projeções para investimentos e arrendamento de aeronaves em
2019, em R$ 600 milhões e R$ 1 bilhão, respectivamente. E também continua com as
mesmas estimativas para todas os indicadores operacionais de capacidade e frota em
2018 e 2019. A empresa trabalha com uma frota de 117 aeronaves este ano e de até
124 jatos em 2019. 

A capacidade, medida em assentos-quilômetros disponíveis (ASK, na sigla em Inglês) vai
crescer de 1% a 2% este ano e de 5% a 10% em 2019, prevê a Gol. Essa expansão de
capacidade vai ser liderada pelos voos internacionais, que terão ASK aumentando de 6% a
8% em 2018 ante 2017 e de 30% a 40% em 2019 em relação ao números de 2018.  

 No doméstico, a Gol vai elevar o ASK em até 2% em 2018 ante 2017 e até 3% em 2019 ante
2018, estima a companhia. 

A Gol manteve ainda a projeção de margem de lucro antes de juros, impostos, depreciação,
amortização (margem Ebitda) em 16% para 2018. Mas para 2019, cortou a projeção de
margem Ebitda de 18% para 17%. 

A companhia espera pagar mais pelo combustível este ano e ano que vem. Para 2018, a
previsão de preço do combustível por litro subiu de R$ 2,50 para R$ 2,90, enquanto para
2019, a estimativa passou de R$ 2,60 para R$ 2,90. 

Mas com a entrada em operação dos novos jatos Boeing 737 Max, mais econômicos, a Gol
espera consumir menos combustível. Em vez de 1,38 milhão de litros em 2018, a empresa
prevê consumir cerca de 1,37 bilhão de litros. Para 2019, a previsão de consumo de
combustível caiu de 1,44 bilhão de litros para 1,42 milhão de litros. 

Smiles 

Antes de divulgar o balanço, a Gol comunicou também que celebrou contrato de
R$ 300 milhões com a Smiles, empresa de fidelidade controlada pela companhia aérea, para
compra antecipada de passagens.  

No mesmo comunicado, informou que acertou contratos de crédito no valor de US$ 22 milhões, sendo dois acordos de US$ 11 milhões cada com as instituições financeiras Credit Agricole CIB e o Export-Import Bank dos Estados Unidos (Ex-Im Bank). Os recursos serão usados para serviços técnicos de manutenção em motores de aeronaves. 

Por meio de outros contratos, a Gol dará como garantia dos empréstimos alguns motores da companhia aérea. ]

 

Frio ou calor demais no avião? Agora tem um app para denunciar

Por Bloomberg 

SÃO PAULO  -  Cansado de suar (ou tremer de frio) ao viajar de avião? 

Um novo aplicativo de celular da Associação de Comissários de Bordo dos EUA (AFA, na
sigla em inglês) possibilitará que o passageiro denuncie temperaturas desconfortavelmente
altas ou baixas à associação diretamente do assento no avião -- não é necessária nenhuma
conversa incômoda durante o voo. 

Disponibilizado gratuitamente para passageiros e tripulações, o aplicativo para telefones
celulares da AFA, 2Hot2Cold, faz parte de uma iniciativa mais ampla para introduzir padrões
operacionais para o controle climático da cabine. Ao documentar problemas, a AFA espera
coletar informações para respaldar uma petição apresentada no início do mês solicitando que
o Departamento de Transportes dos EUA exija que as empresas aéreas mantenham a
temperatura da cabine dentro de uma faixa de cerca de 18 a 24 graus Celsius.

O calor ou frio excessivo certamente pode tornar o voo ruim, mas além disso temperaturas
extremas podem ser perigosas para passageiros e tripulantes, causando fadiga e tontura,
entre outros males, segundo a AFA. Esses riscos à saúde podem atrasar reações a
emergências a bordo, afetar as operações da empresa aérea e, em última instância, criar
uma série de problemas, disse a presidente da AFA, Sara Nelson, em entrevista.A AFA teve
a ideia do aplicativo para relatar a experiência no voo há um ano, quando uma criança teve
hipertermia e ficou inconsciente dentro de um avião quente que estava parado na pista, em
Denver, nos EUA. Além disso, distribuiu chaveiros com termômetros para todos os membros
da AFA como parte da iniciativa.

"Quando falamos com comissários de bordo e dizemos 'você já passou por isso, um evento
de temperatura extrema?', todos levantam a mão", disse Nelson. "E quando você conversa
com passageiros que voaram mais de uma vez de avião, é possível que também afirmem
que passaram por problemas com a temperatura a bordo. 


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